Tipos:
- cremes, espumas, esponjas, cones, velas, comprimidos e tabletes vaginais.
Modo de utilização
- os cremes e espumas trazem um aplicador que depois de cheio, deve ser introduzido até ao fundo da vagina (em posição de deitada) de forma a que o produto, fique a tapar a entrada do colo do útero.
- cones, velas, comprimidos ou tabletes vaginais devem ser introduzidos com o dedo cerca de 10 minutos antes da relação sexual, pois só depois de derretidos começam a actuar.
- as esponjas e os cremes têm um início de acção mais rápido, pelo que podem ser colocados imediatamente antes do acto sexual.
- o espaço de tempo entre a aplicação do espermicida e a relação sexual deve ser cerca de 30 minutos, porque vai perdendo a sua acção.- a mulher só se deve lavar 6 a 8 horas após a relação sexual, porque os sabões neutralizam a acção do espermicida.
- para uma maior segurança aconselha-se que a mulher se mantenha deitada durante esse período ou, no caso de ter que se levantar, aplique um tampão vaginal.- se tiver nova relação ou se a relação demorar mais de uma hora, colocar nova dose de espermicida.
Mecanismo de acção
- estes produtos servem para destruir ou imobilizam os espermatozóides, impedindo-os de ascender dentro do útero. Evitam a fecundação.
Vantagens
- facilmente disponíveis;
- não necessitam de prescrição médica.
- são métodos de simples utilização e inócuos.
- não interferem com o ciclo menstrual.
- possivelmente terão um papel na prevenção das doenças de transmissão sexual.
Desvantagens
- por vezes provocam alergias e inflamação da mucosa vaginal. Outras vezes é o parceiro que se queixa de intolerância ao produto.
- são caros.
- são desaconselhados durante qualquer tipo de terapêutica vaginal.
Eficácia
- se utilizados isoladamente e em mulheres jovens (com fertilidade teoricamente elevada), têm uma eficácia muito baixa - 30 a 40 gravidezes em 100 mulheres por ano de utilização (60 a 70% de eficácia).
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